Sunday, November 12, 2017

Vamos ! Plantar Portugal... com espécies autóctones !





http://www.plantarportugal.org/


A 8ª Edição da 'Semana da Reflorestação Nacional' é uma iniciativa que se realiza todos anos por altura da celebração do Dia da Floresta Autóctone.


Desde 2011 que participámos neste evento, não só na divulgação, como no apoio à reflorestação de Portugal, este ano tão dizimado pelos fogos.





Portugal 2017
créditos: REUTERS/Rafael Marchante

Segundo o relatório do ICNF "A base de dados nacional de incêndios florestais (Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais – SGIF) regista, no período compreendido entre 1 de Janeiro e 31 de Outubro de 2017, um total de 16.981 ocorrências (3.653 incêndios florestais e 13.328 fogachos) que resultaram em 442.418 hectares de área ardida de espaços florestais, entre povoamentos (264.951ha) e matos (177.467ha)".


(...)

"O ano de 2017 apresenta, até ao dia 31 de outubro, o 6.º valor mais elevado em número de ocorrências e o valor mais elevado de área ardida, desde 2007. Até 31 de outubro de 2017 há registo de 1.446 reacendimentos, menos 8% do que a média anual do período 2007-2016.(...)







Portugal 2017
créditos: Miguel Vidal

Vimos centenas de imagens de florestas queimadas. E sentimo-nos impotentes perante tal devastação. 






Mata Nacional de Leiria
Pinhal do Rei
créditos: LUSA


Nem o secular Pinhal de Leiria se salvou. Recorde-se que nesse fim-de-semana, 80% da Mata Nacional de Leiria ardeu devido aos incêndios. O Pinhal de Leiria, ou do Rei, com 700 anos, pertence ao Estado. 






"A destruição em 24 horas do que demorou 700 anos a construir... Não gostamos de o ver assim queimado, despido e escuro... Que o povo que tem aqui raízes tenha vontade de o renascer!", escreveu a página da empresa de fotografia, vídeo e design. O vídeo da empresa Creative Eye partilhado no Facebook mostra árvores queimadas, vegetação destruída e várias áreas cinzentas. 




A edição deste ano 
decorre entre 15 e 30 de Novembro. Durante este período, a organização convida cidadãos, escolas, freguesias e municípios das diferentes regiões a unirem-se para Plantar Portugal, dedicando um dia à reflorestação do país e à defesa e promoção das espécies autóctones.






Reflorestação espécies autóctones
créditos: Miguel Manso/ Arquivo


Neste ano, em que os incêndios florestais afectaram dramaticamente o nosso país, considera-se ser da maior importância aproveitar esta iniciativa para se restitui parte do que foi perdido e prestar uma homenagem a todas as vítimas deste flagelo nacional.

"Consideramos também ser urgente que, para além do reforço das acções de prevenção dos incêndios florestais, seja estabelecida uma estratégia nacional que aposte de forma decisiva e inequívoca no reordenamento florestal e na revitalização económica e social do interior de Portugal."

Convidam-se pois todas as p
essoas, adultos e jovens estudantes que se preocupam com o meio ambiente e sintam que é importante participar neste desígnio nacional, a dar o seu contributo em prol da defesa da biodiversidade e promoção da floresta autóctone portuguesa.








Na Semana da Reflorestação Nacional - Uma iniciativa de Reflorestação Nacional do Movimento Plantar Portugal a Defender a Floresta e a Reflorestar Portugal, todos  vamos juntar-nos ao movimento e durante uma semana iremos ao encontro da floresta para a Vivenciar, Proteger e Plantar Portugal, respeitando a biodiversidade e as espécies autóctones.

Participa neste movimento nacional de cidadania activa, que pretende unir a sociedade em torno do desígnio de tornar Portugal um país mais sustentável, através da valorização das Florestas, Agricultura e Meio Ambiente. 

Convida amigos e familiares a juntarem-se ao movimento para que sejamos cada vez mais a "lançar sementes para um futuro mais saudável, ecológico e sustentável para todos".





Incendies au Portugal, octobre 2017
crédits: pompier Hélio Madeira

Cet été, et début automne (octobre), des gigantesques feux de forêt ont fait plus de 100 morts et et un numéro assez granddans le nord et centre du Portugal.

Dans le centre du Portugal, la plupart des victimes ont été piégées par les flammes dans leurs voitures, en essayant de s'epacher des feux.

Des milliers de pompiers et l'Armée et plus de 800 véhicules, helycopthères et canadairs venus de pays européens, ont été mobilisés pour contrôler les incendies qui ont duré des semaines.



Vouzela Portugal
credits: Pablo Blazquez Dominguez/Getty Images


"Malheureusement, c’est sans doute la plus grande tragédie que nous ayons connue ces dernières années sur le front des incendies de forêt".
Plusieurs villages ont été touchés et plans d’évacuation ont été mis en œuvre pour certains d’entre eux.
Un deuil national fut décrété deux fois, en août et en octobre 2017.



Le mouvement Plantar Portugal qui a lieu pour la 8e fois, appelle cette année à une participation massive des citoyens, et écoles de tout le pays à venir planter un arbre des espèces autoctones afin de reboiser les forêts et bois du Portugal.
Si vous habitez au Portugal ou faites du tourisme local, venez vous aussi vous joindre à ce mouvement dans la région où vous habitez ou visitez. 
Merci à tous !
Geração 'green'
12.11.2017
Creative Commons License

Friday, October 20, 2017

Cadela Lulu foi 'despedida'... mas já tem novo tutor !





Lulu

Lulu, uma cadela labrador de cor preta que pertencia ao grupo de cães do programa K9 da CIA, deixou claro que não estava interessada em procurar explosivos. Por isso, foi "despedida".

Os treinadores do programa K9 têm uma premissa: os cães têm de saber o que estão a fazer. 

Mas, nem todos os cachorros demonstram aptidão para as tarefas que lhes saó apresentados. Este foi o caso de Lulu, uma cadela labrador de cor preta que não aprendeu a encontrar explosivos.




Lulu

Umas semanas depois de ter iniciado os treinos, Lulu começou a mostrar que não estava interessada em detectar explosivos, poder ler-se num comunicado da CIA
Contudo, os cães em treino também têm 'dias maus', como qualquer estudante. Por vezes a preguiça impera e os dias não são rentáveis. Mas isso dura  um dia ou dois. 
No caso de Lulu, tal não se verificou. Não havia mesmo nada a fazer! Assim, os treinos foram dados por terminados.
Mesmo incentivada, como comida, por exemplo, Lulu não mostrava interesse. Lulu não nasceu para trabalhar na CIA. 
Os treinadores, que preservam sempre o bem-estar dos animais, optaram por tomar a difícil decisão de a 'despedir' do programa k9.
"Vamos sentir a falta da Lulu, mas esta foi a melhor decisão para ela", escreveu a CIA.

Lulu passa o tempo junto do seu melhor amigo Harry
créditos: CIA
Esperem! Esta história tem um final feliz! Lulu encontrou um novo dono. 
Quando os cachorros saem do programa, há a possibilidade de serem adoptados pelos treinadores. Foi o cso de Lulu. 
Os cães são os seus companheiros e tornam-se parte da família", lê-se no comunicado. 
Wow! Ficamos felizes com esta adopção. Afinal, todos nós temos as nossas capcidades. Não somos todos iguais. E Lulu preferiu uma vida mais caseira.



Lulu

For our K9 trainers, it’s imperative that the dogs enjoy the job they’re doing. Sometimes, even when a pup tests well and they successfully learn how to detect explosive odors, they make it clear that being an explosive detection K9 is not the life for them. 




Lulu

Such is the case for one of the fall 2017 “puppy class” pups. We are sad to announce that Lulu has been dropped from the program.

When a dog is dropped or retires from our program, the handler or handler’s family is given the chance to adopt them. Most handlers, of course, choose to do so. 

The dogs are their partners and have become members of their family, even after just a few weeks of training together.




Lulu plays in the backyard

Lulu was a adopted by her loving handler, who had the chance to work with her during imprint training. She now enjoys her days playing with his kids, sniffing out rabbits and squirrels in the backyard, and eating meals and snacks out of a dog dish. 

We’ll miss Lulu, but this was the right decision for her. We wish her all the best in her new life. 

We are happy to know Lulu now feels good now at home!

Geração green

20.10.2017

Creative Commons License

Sources: Sapo/ Actualidade/ CIA/ News & Information


Saturday, October 14, 2017

Aguia imperial envenada ? Espécie em risco de extinção





Águia imperial ibérica
créditos: Autor não identificado

Uma águia-imperial ibérica (Aquila adalberti), espécie em perigo crítico de extinção, foi encontrada morta esta semana no Alentejo. Suspeita-se de envenamento, segundo revelou o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Na passada segunda-feira, dia 9 de Outubro. o ICNF foi contactado pela Junta de Andaluzia no sentido de verificar o que estava a suceder com uma águia-imperial-ibérica, nascida em Espanha, e cujo sinal de satélite indicava a sua presença na zona do Azinhal – Mértola, em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana (PNVG).


Águia imperial ibérica
créditos: Autor não identificado
Os emissores de satélite, colocados nos animais para seguimento da sua dispersão e da evolução da população a nível ibérico, têm um mecanismo que permite detectar a morte por alteração do tipo de sinal enviado. Foi deste modo que as suspeitas levaram os técnicos daquela área protegida a deslocar-se ao local de transmissão do sinal e confirmar a ocorrência.
A ave acabou por ser encontrada morta, “apresentando indícios de morte por envenenamento”.



Águia imperial ibérica
créditos: REUTERS/ LaSZLO BALOGH

Este é o sexto exemplar de águia-imperial-ibérica que sucumbe, com fortes indícios de veneno, nos últimos quatro anos no Alentejo, comprometendo o sucesso de reprodução desta ave no sul de Portugal.
O cadáver foi enviado para o “para confirmar a causa, determinar o tipo de veneno utilizado e como se procedeu à sua ingestão”.
Entretanto, a zona envolvente foi rastreada pela equipa cinotécnica do SEPNA – Serviço de Ambiente da GNR, juntamente com Vigilantes da Natureza do PNVG à procura de outros indícios.


Águia imperial ibérica
créditos: ICNF

“Encontrar um isco com veneno é um trabalho determinante nestas situações na medida em que o isco permanecerá no campo, acessível a toda a fauna, selvagem e doméstica, e inclusive acarretando riscos para o próprio ser humano. Por essa razão o binómio humano-cão de que hoje se dispõe para vigilância nas áreas naturais, é uma mais-valia.”
O ICNF salienta que “a eliminação de espécies selvagens através da utilização de venenos é um método ilegal e perigoso. Os venenos são utilizados por várias razões, sendo uma das mais graves e importantes, a diminuição da predação sobre espécies pecuárias e cinegéticas”. 
No entanto, lembra que há "soluções de prevenção e de controlo, passíveis de autorização pela administração sem recorrer a meios ilegais como o veneno”.




Milhafre com sintomas de envenenamento grave
ZPE de Castro Verde

Embora o veneno não lhes seja dirigido, só no último ano foram encontrados mortos na zona de Castro Verde e Mértola, 13 milhafres, duas cegonhas e três águias-imperiais-ibéricas, podendo ser apenas uma parte dos exemplares potencialmente afectados.
A ave agora encontrada é a terceira nascida na região da Andaluzia e que acaba por morrer em Portugal.



Águia imperial ibérica

A águia-imperial-ibérica ocorre exclusivamente na Península Ibérica e constitui uma das aves mais ameaçadas na Europa. 
Existem cerca de 500 casais em toda a Península Ibérica e, desde 2004, que é alvo de um memorando de entendimento entre Portugal e Espanha para a sua recuperação. 
Em 2017, nidificaram 15 casais em Portugal, no interior ou na área envolvente das ZPE do Tejo Internacional, Erges e Ponsul, de Veiros, de Castro Verde e do Vale do Guadiana. 
Nestes ninhos nasceram pelo menos 17 crias e, destas, 15 já voaram com sucesso. No entanto, até à data, o ICNF também registou 31 situações de desaparecimento de pelo menos um dos progenitores de entre os casais reprodutores identificados.




Un águila imperial junto a sus pollos 
créditos: Europa Press
El águila imperial es el ave rapaz forestal de mayor porte presente en la Península Ibérica y por ello una de las más perseguidas a través de disparos o veneno

La destrucción de su hábitat o la caída de las poblaciones de su presa principal, el conejo, así como la muerte en tendidos eléctricos supuso casi la extinción en la década de los años setenta y ochenta del pasado siglo, motivando su catalogación en peligro de extinción en toda España y Portugal.

En 2017, nidificaron 15 parejas en Portugal, en el interior o en el área circundante de las ZPE del Tajo Internacional, Erges y Ponsul, de Veiros, de Castro Verde y del Valle del Guadiana.

En 1999, en Castilla y León la situación de su población se redujo a 16 parejas confinadas en el sur de las provincias de Ávila y Segovia. 



Un águila imperial ibérica muerto
créditos: Ical
Un joven ejemplar de águila imperial ibérica ha sido hallado muerto al sur de la provincia de Alentejo, Portugal con aparentes causas externas de veneno. Su cadáver ha sido trasladado por los agentes medioambientales al Centro de Recuperación de Fauna Salvaje para determinar al causa de su muerte.
Esta especie se encuentra estrictamente protegida y está catalogada como «en peligro de extinción», según el Catálogo Nacional de Especies Amenazadas, han informado a Europa Press la Asociación para la Conservación y el Estudio de la Naturaleza de Valladolid (Acenva), y el Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (IGNF) Portugal.
El hecho de que el ejemplar no presentara signos externos de la causa de la muerte, su juventud, y en la zona donde ha sido hallado hace que no se descarte, hasta la realización de la necropsia, que la causa del fallecimiento pudiera estar relacionada con el veneno.
Geração 'green'
14.10.2017
Creative Commons License
Referências:
Wilder/ El Mundo

Wednesday, September 06, 2017

6ª Extinção em massa de Vida na Terra !




Illustration by David Hughes





Gibão-cinzento
créditos: D.R. Gerardo Ceballos

Metade dos animais que em um dia povoaram a Terra desapareceram. O último pombo-correio (Ectopistes migratorius) morreu cativo no zoológico de Cincinnati (EUA) em 1914.


Pombo-correio
créditos: Getty Images

Na prática, a ave que tinha sido a mais abundante do planeta estava havia anos em processo de extinção.

Décadas antes, o pombo-correio percorria os céus da América do Norte em bandos de milhões.

Mas com a chegada de colonos, alteraram seu habitat e caçaram-no até que restassem os pombos nozoos

A história é velha, mas continua repetindo-se. Um estudo mostra que hoje cerca de um terço dos vertebrados terrestres perdeu a maior parte dos exemplares que chegaram a ter. E esse é o prelúdio da sua extinção.





Morcego Pipistrellus, Ilha de Natal
créditos: LindyLumsden/ via Mongabay

Não tocaram sinos quando morreu o último peixe da espécie Megupsilon aporus ou quando desapareceu o último morcego Pipistrellus da Ilha de Natal. 

Mas os cientistas avisam que estas extinções são o prelúdio para uma extinção em massa a nível global. A 6ª extinção em massa de vida na Terra está a acontecer de forma mais rápida do que se previa, resultando numa "aniquilação biológica" da vida selvagem, alertam.

Duas espécies de vertebrados desaparecem para sempre todos os anos, em média, mas apesar deste ritmo parecer lento, investigadores da Universidade de Stanford alertam para a tendência de declínio: segundo um estudo publicado em Julho 2017, mais de 30% das espécies vertebradas estão em declínio, tanto em termos de população como de distribuição geográfica.




Elefantes, Africa
créditos: Tony Karumba( AFP

"Trata-se de uma aniquilação biológica que ocorre a nível global, mesmo que as espécies a que pertencem estas populações ainda existam em algum local na Terra", afirma um dos autores do estudo, Rodolfo Dirzo, professor de biologia na Universidade de Stansford.

De acordo com a agência France Presse, os investigadores traçaram a carta da distribuição geográfica de 27.600 espécies de pássaros, anfíbios, mamíferos e répteis, uma amostra que representa quase metade dos vertebrados terrestres conhecidos. Analisaram declínios de população numa amostra de 177 espécies de mamíferos entre 1990 e 2015.




credits: Gerardo Ceballos, Paul R. Ehrlich & Rodolfo Dirzo
science researchers

  • Destes 177 mamíferos, todos perderam pelo menos 30% das suas áreas geográficas e quase metade perdeu pelo menos 80%.

    Cerca de 40% dos mamíferos, entre eles rinocerontes, orangotangos, gorilas e grandes felinos, sobrevivem com 20% menos de território do que seria desejável.

    O declínio dos animais selvagens é atribuído sobretudo ao desaparecimento do seu habitat, ao consumo excessivo de recursos, à poluição e ao desenvolvimento de espécies invasivas e de doenças. As alterações climáticas também têm contribuído e este declínio tem-se acelerado, alertam os investigadores.



    Girafas/ Ithala Game Reserve, 
    northern KwaZulu-Natal, South Africa
    credits: Luca Galuzzi

    "Algumas das espécies que estavam relativamente seguras há 10 ou 20 anos", como os leões e as girafas, "estão agora em perigo", avisam.

    Esta "perda massiva" em termos de população e de espécies "é um prelúdio do desaparecimento de muitas outras espécies e do declínio do ecossistema que torna a civilização possível", advertiu o autor principal do estudo, Gerardo Ceballos, da Universidade Nacional Autónoma do México.

    Os investigadores apelam ainda a que se faça algo contra as causas deste declínio da vida selvagem, em especial a sobrepopulação e o excesso de consumo.




    A rare male king cheetah, a lion, a pangolin and a orangutan
    credits: Clockwise from top left: John Wessels/AFPr/ Getty Images, Ben Curtis/AP, Roslan Rahman/AFP/ Getty Images, Ulet Ifansasti/ NYT

    Clockwise from top left: A rare male king cheetah, a lion, a pangolin and a orangutan, all members of species that have experienced sharp declines in recent decades.

    From the common barn swallow to the exotic giraffe, thousands of animal species are in precipitous decline, a sign that an irreversible era of mass extinction is underway, new research finds.

    The study, published Monday in the Proceedings of the National Academy of Sciences, calls the current decline in animal populations a “global epidemic” and part of the “ongoing sixth mass extinction caused in large measure by human destruction of animal habitats. The previous five extinctions were caused by natural phenomena.




    crédits: Gerardo Ceballos, PNAS 2017/ UICN

    Gerardo Ceballos, a researcher at the Universidad Nacional Autónoma de México in Mexico City, acknowledged that the study is written in unusually alarming tones for an academic research paper. 

    “It wouldn’t be ethical right now not to speak in this strong language to call attention to the severity of the problem,” 

    Gerardo Ceballos

    Dr. Ceballos emphasized that he and his co-authors, Paul R. Ehrlich and Rodolfo Dirzo, both professors at Stanford University, are not alarmists, but are using scientific data to back up their assertions that significant population decline and possible mass extinction of species all over the world may be imminent, and that both have been underestimated by many other scientists. Read more 


    Geração 'green'

    06.09.2017

    Creative Commons License


    References:

    DN/ Sociedade/ NYT/ Climate