Sunday, May 14, 2017

Rota das Árvores : Porto e sua história através das árvores







Rota das Árvores do Porto


Somos apaixonados pela biodiversidade. Este blog é prova evidente desse sentimento que nos une.
Pois bem! O Porto tem  um programa mesmo a nosso gosto. O projecto Rota das Árvores do Porto. Uma inicitiava que quer dar a conhecer aos habitantes do Porto e a quem visita a cidade,  as “árvores mais imponentes da cidade”: nos Jardins do Palácio de Cristal, Cedofeita, Campanhã, Santo Ildefonso, Arrábida e Campo Alegre.


Rota das Árvores do Porto


Foi lançada a 2ª Edição da Rota das Árvores do Porto. A primeira visita decorre já no próximo dia 27 de Maio e promete leva-nos a conhecer as “Árvores do Romântico”. 
As inscrições para a primeira visita abriram dia 12 de Maio às 9h00. São gratuitas.
A Rota das Árvores do Porto tem como objectivo a divulgação e potenciação educativa e turística dos recursos naturais e culturais existentes no território do Município do Porto.
Traduz-se num conjunto de 5 visitas temáticas a jardins históricos, a dinamizar entre Maio e Novembro de 2017.
Nesta edição, as visitas centram-se na exploração das árvores de interesse público do Porto (classificadas ou em classificação). 



Rota das Árvores do Porto

Serão percorridos alguns dos núcleos onde estas árvores estão presentes acompanhados pelo Arquitecto Paisagista João Almeida que, além de apresentar as árvores, fará o enquadramento histórico dos espaços onde estão instaladas e da evolução da paisagem do Porto.
Especialistas, como o arquitecto paisagista acima mencionadp, explicarão todos os detalhes que, a olho nu nos poderiam escapar. O visitantes/ participantes terão oportunidade de se maravilhar com a imensa biodiversidade existente na cidade, desconhecida da grande maioria.
O programa está dividido em cinco rotas, com paragem obrigatória nas árvores mais imponentes da cidade


Rota das Árvores do Porto
Cedros/ Palácio de Cristal
creditos: © Paulo V. Araújo
O primeiro passeio está marcado para 27 de Maio sob o mote Árvores do Romântico e vai levar os visitantes à descoberta de cedros, araucárias, metrosíderos e palmeiras do Palácio de Cristal, um dos mais antigos núcleos verdes da cidade que rodeia outros dois jardins, os da Casa Tait e o do Museu Romântico da Quinta da Macieirinha, voltado para o rio Douro.



Tulipeiros da Virgínia
créditos: CMP
Teixos, araucárias, ginkgos e metrosíderos serão os protagonistas do mês de Junho, com os tulipeiros da zona oriental da cidade, na Campanhã e Santo Ildefonso a ser as estrelas de Julho. 
O programa continua depois do Verão, em Novembro, com as árvores da Arrábida e os fantásticos exemplares da Rua do Campo Alegre que são lindíssimos, com o Jardim Botânico por perto.




Árvore do Porto
créditos: Autor não identificado 
via Creative Commons
Para a Câmara do Porto, responsável pela iniciativa, o objectivo é dar a conhecer o imenso património natural da cidade, ao mesmo tempo que se permite ao visitante fazer uma ponte entre a herança natural da cidade com o património cultural.
No Porto há 238 árvores classificadas como “interesse público”, ou seja por lei estão protegidas com os mesmo direitos que alguns dos mais importantes edifícios da cidade. 






Rota das Árvores do Porto

E o que torna estas árvores tão peculiares? A idade, porte, estrutura, raridade, história ou factos culturais são apenas alguns dos factores que fazem destas palmeiras, araucárias, tulipeiros, metrosíderos e plátanos árvores excepcionalmente especiais.

Ver todas as actividades da Rota das Árvores do Porto, datas das iniciativas e respectivas datas para Inscrições






Rota das Árvores do Porto



Como Participar:

As inscrições são gratuitas e obrigatórias, estando limitadas a 30 vagas. São realizadas unicamente através do Formulário de Inscrição.
O período de inscrição inicia exactamente na data e hora definida para cada visita (ver no descritivo) e encerra quando forem preenchidas as vagas (ou 48 horas antes da realização de cada visita).
A inscrição é individual. Não serão aceites inscrições em grupo.
As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. A confirmação da participação (ou não) será remetida por e-mail até 72 horas depois de submissão da sua inscrição.
Quando o número de inscritos ultrapasse as vagas disponíveis será criada uma lista de espera.
Se quiser ser informado(a) sempre que abrirmos as inscrições para cada nova visita da “Rota das Árvores do Porto” deixe aqui o seu contacto.





Porto, Portugal
Palácio de Cristal gardens
credits: Ana Rita
If you are visiting Porto, Portugal, you love trees and biodiversity, you can participe at the programme Rota das Árvores do Porto. Five thematic visits to historic gardens of the city, from May to November 2017.

Visit the website and join one of this visits. Inscriptions will be accepted individually not a group.

Geração 'green'

14.05.2017

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Saturday, May 13, 2017

Geração Verde : Apresentação projecto






Earth Day 2008

No dia 22 de Abril celebrou-se o Dia Verde 2008. O dia 22 de Junho é denominado Dia do Planeta ou Earth Day.

O projecto Os Torrinhas Verdes, hoje Geração Verdenasceu da proposta da Professora Gina Souto aos seus alunos, aprendizes ambientalistas para participar nas actividades de Earth Day 2008.

Um evento que teve origem nos Estados-Unidos e que junta, neste momento, cerca de oitocentos e cinquenta e oito mil participantes de vários países a nível mundial.

Os Green Torrinhas estão inscritos desde 14 de Janeiro de 2008. São alunos das Turmas G|H|I do 5º Ano da Escola Francisco Torrinha (Portugal) que desenvolvem actividades curriculares e extracurriculares de intervenção ambientalista na comunidade escolar, nos curriculos Língua PortuguesaCidadania, dois vastos campos abertos à intervenção e à criatividade.

As suas convicções ambientalistas começaram com a participação no Ano Polar Internacional 2007-2008.






ICT & curricula

Os Torrinhas Verdes | Geração Verde adquiriram assim competências no domínio das TIC inseridas nos currículos de Língua Portuguesa, Cidadania, adquirindo aprendizagens em tempo curricular e extracurricular.

O blogue Geração Verde foi criado por um grupo voluntário de alunas e alunos que, coordenado pela Professora Gina Soutose reúne em horas extracurriculares, como actividade de enriquecimento curricular.

Nas aulas, todos os alunos se dedicaram a Actividades que foram desenvolvidas até ao dia 22 Abril - Dia Verde 2008

Entre outros projectos, organizaram um Jornal de Parede nos placares de salas das respectivas turmas que foi sendo actualizado semanalmente por grupos alternados de alunos, devidamente escalonados.

Durante a semana de 17 de Abril a 21 de Abril festejaram então a Semana Verde em toda a comunidade escolar que culminou nos dias 20-21 de Abril com o Dia Verde 2008.



This blog Geração Verde (Green Generation) is a students' project in collaboration with the Teacher Gina Soutoo as a tutor and e-tutor in extra activities in Languages curriculuminspired by Earth Day 2008. This blog published by a group of young environmentalists students who participated in Earth Day activities from 2008 to 2010.

Geração Verde blog created in Languages cross-curricular - Portuguese mother language and French foreign language - was published by young students of a secondary school in Porto, Portugal, as a participation at Earth Day activities for some years (2007-2010). 

"Earth Day Network is a global leader in promoting environmental education and green schools. Our award-winning Educator's Network provides resources for teachers educating for a sustainable future"



Now, only a small group of students and  me, as e-tutor, continue this project Geração Verde (Green Generation) and Geração Polar (Polar Generation).

Geração Polar blog (Polar Generation) was developed as a pedagogical extra-curriculum activity in Languages and Civics curriculum, created as a participation at the International Polar Year 2007-2008 (IPY). 

Students are publishing stories, some news, events, photos and videos concerning "Environmental Education" and me as e-tutor, when we have some free time. 

I don't teach face-to-face anymore at school neither the students are studying at the same school. They grew up. They are in College now.

Together in collaboration, we meet on the internet, and continue both blogs Green Generation and Polar Generation by pleasure as young environmentalists.


A Professora | The Coordinator

G-Souto

27.03.2008

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Actualizado em 14.05.2017
Updated May 14,2017


Saturday, April 29, 2017

Lembra-se da Gata Tama, chefe de estação de Kishy ?






Tama, chefe de estação de Kishy
Kinokawa, Japão.


Pois é. Nós até já tinhamos feito aqui uma homenagem à Gata Tama, quando ela morreu em 22 Junho 2015.

Hoje é a vez do motor de busca Google celebrar com um Doodle o 18º aniversário de Tama. Imaginem! Pois ela merece, já que salvou os funcionários do desemprego e ajudou a economia da região com a enorme afluência de turistas.




Google Doodle 18º aniversário de Tama


O doodle deste sábado, dia 29 de Abril 2017, assinala o 18º aniversário do nascimento da gata Tama. Tama, como se lembram era a chefe da estação Kishi em Kinokawa, no Japão. 

Sim, isso mesmo, uma gata chefe de estação e directora de operações de uma estação ferroviária! 

Felizmente, a Tama servia mais como uma celebridade da estação e não chegava a dar ordens executivas nem tomava decisões. 

Tama, a gata nasceu no dia 29 de Abril de 1999 e morreu em 22 de Junho de 2015.




Homenagens a Tama, 2015
créditos: Chika Oshima/AP

Durante muitos anos, a estação ferroviária em Kinokawa teve muito pouco movimento de passageiros, fazendo com que os funcionários quase a fechassem em 2004. 

Até que em 2007, os japoneses tiveram a ideia de nomear a gata Tama que o chefe de estação Koyama adoptara entre outros gatos de rua, e passara a aimentá-los na estação.

O trabalho de Tama na estação era cumprimentar os passageiros. Tama, a nova celebridade local, atraiu multidões de viajantes para vê-la no seu escritório.




Tama no seu escritório, estação de Kishi

Por vezes, Tama usava um chapéu de chefe da estação ajustado à sua cabecita de gato e ficava sentada em cima da passagem dos viajantes, como que verficar os bilhetesem. Em vez de um salário, a ferrovia dava comida e hospedagem à gatinha.

O sucesso foi tal que em 2008 Tama foi promovida a chefe de estação super, e, com o novo cargo, ganhou um escritório com uma caixa de areia.

A decisão bizarra mas original dos funcionários acabou por salvar a estação do encerramento e ainda contribuiu muit0 para desenvolver a economia local.

Quandi morreu em 2015, mais de 3 mil pessoas foram ao funeral da gatinha querida por todos e que continua a ser celebrada pelos japoneses. 

É que não é todos os dias que um animal tem um cargo tão importante como ser chefe de estação!





Nitama, ou Tama II na estsção Kishi
créditos: autor não identificado
http://en.rocketnews24.com/

Depois de Tama ter morrido, um novo gatinho chamado Nitama  "Tama o segundo" mantém a estação popular e os passageiros sempre a pedir para tirar selfies com o gatinho.






Today’s Doodle celebrates little Tama, the beloved stationmaster of Kishi Station in Kinokawa, Wakayama, Japan.

For many years, the train station was lightly traveled, causing officials to close it in 2004. 




Tama. the cat
credits: AFP/ Getty Images

But in 2007, the railway appointed Tama the calico cat to be the stationmaster. 

The new local celebrity drew crowds of travelers to see her in her office, where she sometimes wore an official cat-sized cap. 

Not only did Tama draw tourists to her new cat-themed cafe and gift shop (even the station itself got a cat-themed makeover!), but her celebrity also kept the train service open for local residents.



Japanese honore Tama the cat
Kishy station
créditos: Chika Oshima/AP

Though Tama passed away in 2015, a new kitty called Nitama (or “Tama the second”) keeps the trains running and poses for selfies with passengers.  






Tama was born in the city of Kinokawa, and raised with a group of strays who lived near the station who were often fed by passengers, as well as by Toshiko Koyama, the informal station manager at the time. 

Koyama later adopted Tama, and when he was named official station master, he brought her into the organization with him.

Happy birthday Tama, the world’s first feline stationmaster! 


Geração 'green'

29.04.2017

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Saturday, April 15, 2017

MUNHAC : Exposição Reis da Europa Selvagem, nossos últimos carnívoros






Exposição Reis da Europa Selvagem
MUNHAC

A exposição está patente desde o dia 2 de Março 2017 e pretende dar a conhecer quatro grandes carnívoros europeus: o urso, o glutão, o lince e o lobo
De realçar o lince Ibérico, o felino mais ameaçado do mundo, e o lobo Ibérico cujas populações estão em perigo de extinção.


Lobo Ibérico
créditos: © Taiga nature & photo

Os carnívoros europeus são retratados nos seus habitats naturais, com o ambiente, alguma fauna e vegetação reproduzidos em detalhes realistas. 

Há vídeos e imagens projectadas e até um módulo de realidade aumentada, onde se pode "tocar" num urso. 

Há também dois modelos tridimensionais a representar os 'habitats' do lobo e do lince ibéricos, que existem em Portugal, mas que continuam em perigo.

A nova exposição Reis da Europa Selvagem inaugurada no Museu Nacional de História e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa, desvenda a realidade de quatro grandes carnívoros do Velho Continente - o urso, o lince, o lobo e o glutão -, as ameaças que enfrentam e os esforços que estão a ser feitos para a sua conservação.

Ao longo de seis módulos, esta emblemática exposição permite contemplar exemplares naturalizados que estarão "imersos num cenário expositivo de imagens, sons e novas tecnologias que conduzem o público a uma viagem pelas áreas geográficas onde vivem estes animais e conhecer os seus habitats, biologia, organização social, hábitos alimentares, ameaças e projectos que promovem a sua conservação."





Lince--euro-asiático 
créditos: © H. Andrén

A exposição inicia-se com pegadas em painéis com os nomes científicos dos animais, não porque os carnívoros sejam assassinados e só possamos ver os seus rastos, mas porque as pegadas são uma forma de conhecer os seis protagonistas.

"Tudo está baseado nos mais recentes dados científicos sobre estas espécies", explica Cristiane Bastos-Silveira, curadora da colecção de mamíferos do MUHNAC e coorganizadora da exposição, com Francisco Petrucci-Fonseca, presidente do Grupo Lobo.

Tudo começou, aliás, por causa do lobo. No âmbito do projecto europeu Life Med-Wolf, o Grupo Lobo quis montar uma mostra para desfazer mitos e dar a conhecer ao grande público esta espécie ameaçada e mal compreendida. 

"Foi então que tivemos a ideia de alargar o âmbito da exposição e incluir outros três grandes carnívoros da Europa"

Cristiane Bastos-Silveira




Glutão/ Wolwerine
créditos: © A.Landa

Módulo a módulo, estas emblemáticas espécies vão-se revelando ao longo de três grandes salas do museu destinadas para esta exposição.

Para cada carnívoro há um BI com as principais características, o território que cada um ocupa na geografia europeia, número de animais que existem e os conflitos que se geram com as populações humanas.

Os lobos, por exemplo, são particularmente mal vistos por agricultores e pastores. 

Já os ursos e os glutões são mais vulneráveis à caça ilegal, enquanto os linces - o Europeu e o Ibérico, porque são duas espécies diferentes - estão sujeitos a envenenamentos intencionais e a atropelamentos. Há muitas estradas a cruzar os seus amplos territórios. 




Urso
créditos: © B.Kristiansson

Na exposição, há mapas com a distribuição das espécies nos vários países, fotografias e um espaço de reflexão com imagens “mais sensíveis”, como atropelamentos. 

No final da primeira sala, há painéis sobre as ameaças que estes carnívoros correm. E como podemos fazer alguma coisa? “Exercendo a cidadania”, diz Francisco Fonseca.

Factos, números e imagens mostram toda essa realidade, também através de vídeos que estão em exibição permanente.

Os esforços de conservação e os seus resultados, um módulo da realidade aumentada para entrar no mundo de um urso, e um cantinho infantil onde há livros com histórias e bonecos sobre as quatro espécies completam a mostra.

É na última parte da exposição que tudo se torna interactivo. Há pegadas coloridas no chão para seguir o rasto dos carnívoros. 




The wolverine, Gulo gulo is the largest land-dwelling species of the family Mustelidae (weasels)

Ah, falta o glutão: esse só vive na Escandinávia e é mais conhecido por wolverine. Os glutões que se assemelham a pequenos ursos-pardos com cauda, encontram-se nos países nórdicos, sendo o seu pelo cobiçado para o fabrico de casacos.

Mesmo à saída, para a qual se caminha seguindo rastos de pegadas de ursos e linces, glutões e lobos semeadas pelo chão, há uma colecção de provérbios europeus, e livros dedicados a estes animais que revelam o que eles são no imaginário colectivo europeu.

No final, é de observar as paredes. Têm nomes comuns das espécies em várias línguas e expressões populares que todos já ouvimos.

Algumas agora depreciativas, como “lobo em pele de cordeiro”. “Não queremos apagar estas histórias, mas queremos construir outras”, diz a curadora. 

Francisco Fonseca já ouviu histórias sobre uma boa coexistência entre lobos e humanos. Para os lados de Bragança, alguém lhe terá dito: “O lobo é o pastor do pastor. O lobo obriga o pastor a tomar cuidados e não deixa fugir o gado.” 

Quem quiser uma recordação vai poder tirar uma selfie num cenário virtual com os ursos da Cantábria, em Espanha. 

O cenário virtual irá mudar e serão incluídos outros animais naturalizados, tudo até Dezembro de 2019, ano em que terminará esta exposição.

Curiosidades:

Sabiam que o lobo é muito mais familiar do que imaginamos? Muitos de nós temos descendentes seus em nossas casas: os cães.
A domesticação decorreu ao longo de milhares de anos, culminando, após a selecção levada a cabo pelo Homem, nas mais de 350 raças caninas que hoje são reconhecidas. 
Talvez os lobos que deram origem a todos os nossos cães tenham sido adoptados como guardas; ou talvez tenham sido eles a adoptar os humanos, acompanhando-os em busca de alguns restos de comida. Certo é que um predador desde sempre temido e acossado acabou por dar origem ao nosso melhor amigo.  
Informações úteis:

Datas: 2 de Março 2017 a 31 Dezembro 2019.

Preços: Bilhete de família, 12,5€. 
Não vimos informações para visitas de escolas.




Kings of Wild Europe - our last large carnivores


This exhibition intends to give insight on the four European carnivores - bear, wolverine, lynx and wolf



Kings of Wild Europe - our last large carnivores
credits: © iStockphoto

It focuses on the Iberian lynx - the most threatened feline in the world and the Iberian wolf whose populations are highly threatened. 

If you teach in Lisbon or in Portugal you have may want organize a visit with your students.

If you are visiting Lisbon with your children, don't miss this exhibition at the Museum of Natural History and Science.

Information:

Dates: since 2 March 2017 until 31 December 2019.

Price: Ticket family 12,5€. 


Geração 'green' 

15.04.2017

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